quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

Resultados Eleições Municipais de Palhano 2024

 Prefeito em votos absolutos

CargoNúmeroNome do CandidatoVotos
Prefeito13José do Lalá4.723
Prefeito55Batista da Mariana4.080

Fonte: TRE

Resultado das eleições Municipais de Palhano 2020

Tribunal Regional Eleitoral do Ceará
Secretaria de Tecnologia da Informação
Resultados Eleitorais - Eleições Municipais 2020 - 1º Turno - 15/11/2020
Dados gerados em 13/04/2021 21:54:40 sujeitos a alterações

CargoNúmeroNome do CandidatoNome para UrnavotosResultadoPartido
Prefeito13IVANILDO NUNES DA SILVADINHO DO ZÉ DO HONÓRIO3.422EleitoPT
Vice-Prefeito13FRANCISCO ERISSON FERREIRACHICO DO JOAQUINZINHOEleitoPTB
Prefeito55JOÃO BATISTA DE SANTIAGOBATISTA DA MARIANA2.996Não eleitoPSD
Vice-Prefeito55JUCIER BERNARDO FRANKLINBIERNão eleitoPSD
Prefeito12FRANCISCO DE ASSIS FERREIRA GUIMARÃESASSIS DO OÁSIS1.249Não eleitoPDT
Vice-Prefeito12ADASSON MOREIRA NUNESADASSON NUNESNão eleitoPP
Vereador13123JOSE LUCIANO SILVAJOSÉ DO LALÁ618Eleito por QPPT
Vereador13000JULIO EMIDIO DA COSTA NETOJULIO NETO519Eleito por QPPT
Vereador55369SIMPLÍCIO GALVÃO SANTIAGOSIMPLÍCIO438Eleito por QPPSD
Vereador55666REGINALDO FERREIRA DE OLIVEIRAPROFESSOR REGINALDO349Eleito por QPPSD
Vereador55555VALDECI BERNARDO FRANKLINVALDECI FRANKLIN347Eleito por médiaPSD


Fonte: TRE

Resultado das Eleições Municipais Palhano 2014


CargoNúmeroNome do CandidatoNome para UrnaVotosSituaçãoPartido
Prefeito13IVANILDO NUNES DA SILVADINHO4.461EleitoPT
Vice-Prefeito13FRANCISCO ERISSON FERREIRACHICO DO JOAQUINZINHOEleitoPTB
Prefeito55JOÃO BATISTA DE SANTIAGOBATISTA DA MARIANA3.022Não eleitoPSD
Vice-Prefeito55MARIA MEIRES DE LIMA MOURAMEIRES MOURANão eleitoPROS
Vereador55369SIMPLICIO GALVAO SANTIAGOSIMPLICIO465Eleito por QPPSD
Vereador14567THAINA ANUCIAÇÃO FERREIRA MATEUSTHAINA DO CHICO464Eleito por QPPTB
Vereador13000JULIO EMIDIO DA COSTA NETOJULIO NETO459Eleito por QPPT
Vereador55555JUCIER BERNARDO FRANKLINBIER413Eleito por QPPSD
Vereador13222JOSE JOSIMAR DOMINGOS DA SILVAPROF JOSIMAR DOMINGOS368Eleito por QPPT
Vereador40789ISAAC LENNON DE ANDRADE MOURAISAAC MOURA347Eleito por QPPSB
Vereador55222VALDOBERTO RODRIGUES DA FONSECAVALDOBERTO328Eleito por QPPSD
Vereador13300MARCOS BARRETO DA SILVAMARQUINHOS DA JULINHA320Eleito por médiaPT

Fonte: TRE

 

Resultado Eleições Municipais de Palhano 2012

 Resultado para prefeitura de Palhano


GARGO
Nomevotos
Prefeito55FRANCISCO NILSON FREITASNILSON FREITAS2.547EleitoPSD
Vice-Prefeito55JOÃO BATISTA DE SANTIAGOBATISTA DA MARIANAEleitoPSD
Prefeito13IVANILDO NUNES DA SILVADINHO2.364Não eleitoPT
Vice-Prefeito13MARIA DA CONCEIÇÃO SILVACONCEIÇÃONão eleitoPP
Prefeito45JANAINA LIMA MOURAJANAINA MOURA2.211Não eleitoPSDB
Vice-Prefeito45FRANCISCO ERISSON FERREIRACHICO DO JOAQUINZINHONão eleitoPDT
Vereador55555JUCIER BERNARDO FRANKLINBIER457Eleito por QPPSD
Vereador13777EDINALVA FRANCISCA LIMA SILVAEDINALVA DO SINDICATO406Eleito por QPPT
Vereador11456JUSIMAR SIMOES DA SILVA JÚNIORJUNIOR MATEUS380Eleito por QPPP
Vereador11618MARCIONE CORREIA RODRIGUES DA SILVAMARCIONE351Eleito por QPPP
Vereador55699ANTONIO JOSÉ DA SILVAANTONIO JOSÉ326Eleito por QPPSD
Vereador55610BONFIM DE SOUZA BARRETOBOMFIM BARRETO307Eleito por QPPSD
Vereador55123JOÃO AMARAL DO NASCIMENTOJOÃO DO QUINDOR282Eleito por médiaPSD
Vereador13456PAULO PEREIRA DA SILVAPAULO PEREIRA279Eleito por médiaPT
Vereador45678FRANCISCA MARIA DE MOURA XAVIERTICA MOURA265Eleito por QPPSDB

Fonte: TSE

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

História do Palhano: História contada de boca em boca

Vídeo Histórico registrado pela Prefeitura de Palhano. Maio de 2018.


domingo, 30 de dezembro de 2018

ESCRAVIDÃO NA CIDADE DE PALHANO E A ESCRAVA VALÉRIA


Existem relados de escravidão na cidade de Palhano nas últimas décadas do século XIX.

Havia escravos na propriedade do Possidônio Barreto que ficava na rua principal de Palhano e na Propriedade da família da Dona Bibiu, onde hoje funciona o Centro de Evangelização da Igreja Católica em frente ao Hospital. Essa fazenda tinha o casarão, que existem até então, diversos tamarineiros (a senzala ficava sobre os tamarineiros) entre outros bens.

Existem relatos que uma escrava chamada de Valéria fugiu da senzala na noite depois de ser violentamente castigada, na senzala da casa grande onde hoje é o centro de evangelização da família Barreto. Vindo a falecer no meio do mato onde hoje é a rua do oiteiro por traz da Escola Francisco de Moura. Esse relato se confirma pelo nome da área. Chamada de Baixa da Valeria. E por existir um cruzeiro no local da morte da escrava até pouco anos atrás, zelado pelo Nelson da Pipoca.

Video: Prefeitura de Palhano

Histórico da Formação Politica do Palhano - Parte 1

Documentos históricos mostram que a cidade de Palhano entra para a história do Ceará na primeira metade do século XVIII, quando em 24 de outubro de 1733 foi feita a doação de uma Sesmaria de três léguas de terra (Datas e Fatos para História do Ceará, página 188) ao Coronel Manuel Gonçalves de Souza e ao Tenente-Coronel Estêvão de Souza Palhano, à margem do Riacho da Cruz, por serem descobridores do mesmo. A sesmaria denominada Cruz do Palhano, do Tenente-Coronel Estêvão de Souza Palhano, foi o primeiro povoado registrado na história do Ceará, na região onde hoje localiza-se o município de Palhano.

Na segunda metade do século XIX, em 18 de Agosto de 1882 um Ato provincial transforma a sesmaria do Sr. Estêvão em distrito, com a denominação de Cruz do Palhano subordinado ao município de São Bernardo de Russas. Pela lei provincial nº 2155, de 12 de agosto de 1889, transfere-se o distrito para município de União; E pelo decreto nº 58, de 4 de setembro de 1890, o distrito de Cruz do Palhano volta a pertencer ao município de São Bernardo das Russas.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, o distrito de Cruz de Palhano, figura no município de São Bernardo das Russas. E Pelo decreto nº 448, de 20 de dezembro de 1938, o distrito de Cruz de Palhano passou a denominar-se Palhano e o município de São Bernardo das Russas a denominar-se simplesmente Russas. Em divisão territorial datada de 1 de julho de 1950, o distrito de Palhano, figura no município de Russas. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1 de julho de 1955.

O distrito de Palhano foi elevado à categoria de município com a denominação de Palhano, pela lei estadual nº 4076, de 8 de maio de 1958, desmembrando-se de Russas. A prefeitura foi instalada no dia 15 de maio de 1958, sendo designado para responder pela municipalidade João Luiz de Santiago, que permaneceu nas funções até 12 de abril de 1959, quando foi nomeado prefeito interino Miguel Correia de Oliveira, até que fossem realizadas eleições municipais.

domingo, 19 de agosto de 2018

Foto Histórica de Palhano em 08 de Maio de 1994

Foto: Acervo da Biblioteca Publica de Palhano.


Na Foto da direita para esquerda estão:

- Nilson Freitas (professor, auditor da SEFAZ do estado do Ceará, prefeito de 2009 a 2016 de Palhano);
- Joaquim Miguel de Lima, agricultor, prefeito de Palhano de 1982 a 1987;
- Dr. Joaquim Félix, Médico do Detran e INSS, prefeito de Palhano de 1994 a 1996;
- Valdemir, empresário, vereador por três mandatos;
- Bomfim Barreto, vereador por cinco mandatos;
- Quinha da Zilma, agricultor, vereador de Palhano de 1994 a 1996;
- Lucilane Moura, professor, prefeito de Palhano de 2000 a 2008;
- Zilnar, secretária de ação social;
- Ivelda Portelha, enfermeira, secretaria de saúde.
- Miguel Roiz. Agente administrativo.
- Garoto, (não identificado).

Foto muito especial, com quatro prefeitos da cidade de Palhano. Três vereadores e pessoas que construíram um legado para o Palhano. 

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Palhano participa da Macha pelo Brasil de Lula



O Prefeito de Palhano (CE), Dinho Nunes (PT) participou ativamente da Macha pela Brasil promovida pelo ex-presidente da Republica Luiz Inácio Lula da Silva, Lula, na cidade de Quixadá, no Ceará, nesta  terça-feira (29 de agosto de 2017). Se apresentado como liderança política regional e fazendo protagonismo político nacional. Mostrando que o Palhano pode destaca-se politicamente no cenário Estadual e Nacional.
O Prefeito Dinho Nunes, filiado ao Partido dos trabalhadores, escrevendo o Palhano com maior repercussão na história do Ceará e do Brasil.



Fotos: Dinho Nunes 2017.

domingo, 2 de julho de 2017

Breve Resumo da História do Ceará
















O Forte São Sebastião de Martim Soares Moreno


Com a decisão do rei de Portugal D. João III em dividir o Brasil em capitanias hereditárias, coube ao português Antônio Cardoso de Barros, em 1535, administrar a Capitania do Siará (como era chamada a região correspondente às capitanias do Rio Grande, Ceará e Maranhão). Entretanto a região não lhe despertou interesse. Só então, em 1603, é que o açoriano Pero Coelho de Sousa liderou a primeira expedição à região, demonstrando interesse em colonizar aquelas terras.

Pero Coelho se instalou às margens do rio Pirangi (depois batizado rio Siará), onde construiu o Forte de São Tiago, depois destruído por piratas franceses. A esquadra de Pero Coelho  teve que enfrentar ainda a revolta dos índios da região que inconformados com a escravidão, destruíram o forte obrigando os europeus a migrarem para a ribeira do rio Jaguaribe. Lá, a esquadra de Pero Coelho construiu o Forte de São Lourenço. Em 1607, uma seca assolou a região e Pero Coelho abandonou a capitania.
Em 1612 foi enviado ao Siará o português Martim Soares Moreno, considerado o fundador do Ceará, que também se instalou às margens do Rio Siará (atualmente Barra do Ceará), onde recuperou e ampliou o Forte São Thiago e o batizou de Forte de São Sebastião. Deu-se início a colonização da capitania do Siará, dificultada pela oposição das tribos indígenas e invasões de piratas europeus.
No ano de 1637, região foi invadida por holandeses, enviados pelo príncipe Maurício de Nassau, que tomaram o Forte São Sebastião. Anos depois a expedição foi dizimada pelos ataques indígenas. Os holandeses ainda voltaram ao litoral brasileiro em 1649, numa expedição chefiada por Matias Beck e se instalaram nas proximidades do rio Pajéu, no Siará, onde construíram o Forte Schoonenborch.
Em 1654, o Schoonenborch foi tomado por portugueses, chefiados por Álvaro de Azevedo Barreto, e o forte foi renomeado de Forte de Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção. A sua volta formou-se a segunda vila do Ceará, chamada de vila do Forte ou Fortaleza. A primeira vila reconhecida foi a de Aquiraz. Em 1726, a vila de Fortaleza passou a ser oficialmente a capital do Ceará após disputas com Aquiraz.

Ocupação

Duas frentes de ocupação atuaram no Siará, a primeira, chamada de sertão-de-fora foi controlada por pernambucanos que vinham do litoral, e a segunda, do sertão-de-dentro, controlada por baianos. Ao longo do tempo o Siará foi sendo ocupado o que impulsionou o surgimento de várias cidades. A pecuária serviu de motor para o povoamento e crescimento da região, transformado o Siará na “Civilização do Couro”.

Entre os séculos XVIII e XIX, o comércio do charque alavancou  o crescimento  econômico da região. Durante esse período, surgiram as cidades de Aracati, principal região comerciária do charque, Sobral, Icó, Acaraú, Camocim e Granja. Outras cidades como Caucaia, Crato, Pacajus, Messejana e Parangaba (as duas últimas bairros de Fortaleza) surgiram a partir da colonização indígena por parte dos jesuítas.

A partir de 1680, o Siará passou à condição de capitania subalterna de Pernambuco, desligada do Estado do Maranhão. A região só se tornou administrativamente independente em 1799, quando foi desmembrada de Pernambuco e o cultivo do algodão despontou como uma importante atividade econômica. Às vésperas da Independência do Brasil, em 28 de fevereiro de 1821, o Siará tornou-se uma província e assim permaneceu durante todo o período do Império. Com a Proclamação da República  Brasileira, no ano de 1889, a província tornou-se o atual estado do Ceará.

Momentos históricos

Em 1817, os cearenses, liderados pela família Alencar, apoiaram a Revolução Pernambucana. O movimento, que se restringiu ao município do Cariri, especialmente na cidade do Crato, foi rapidamente sufocado.

Em 1824, após a independência, foi a vez dos cearenses das cidades do Crato, Icó e Quixeramobim demonstrarem sua insatisfação com o governo imperial. Assim eles se aderiram aos revoltosos pernambucanos na Confederação do Equador.

No século XIX, vários fatos marcaram a história do Ceará, como o fim da escravidão no Estado, em 25 de março de 1884, antes da Lei Áurea, assinada em 1888. O Ceará foi, portanto o primeiro estado brasileiro a abolir a escravidão. Um cearense se destacou nessa época: o jangadeiro Francisco José do Nascimento que se recusou a transportar escravos em sua jangada. José do Nascimento ficou conhecido como Dragão do Mar (atualmente nome de um centro cultural em Fortaleza).

Entre 1896 e 1912, o comendador Antônio Pinto Nogueira Accioly governou o Estado de forma autoritária e  monolítica. Seu mandato ficou conhecido como a “Política Aciolina” que deu início ao surgimento de diversos movimentos messiânicos, alguns deles liderados por Antônio Conselheiro, Padre Ibiapina, Padre Cícero e o beato Zé Lourenço. Os movimentos foram uma forma que a população encontrou de fugir da miséria a qual se encontrava a região. Foi também nessa época que surgiu o movimento do cangaço, liderado por Lampião.

Nos anos 30, cerca de 3 mil pessoas se reuniram, sob a liderança do beato Zé Lourenço, na região no sítio Baixa Danta, em Juazeiro do Norte. O sítio prosperou e desagradou a elite cearense. Em setembro de 1936, a comunidade foi dispersa e o sítio incendiado e bombardeado. O beato e seus seguidores rumaram para uma nova comunidade. Alguns moradores resolveram se vingar e preparam uma emboscada, que culminou num verdadeiro massacre. O episódio ficou conhecido como “Caldeirão”.

Nos anos 40, com a Segunda Guerra Mundial, foi montada uma base norte-americana no Ceará mudando os costumes da população, que passou a realizar diversos manifestos contra o nazismo. Também na mesma década, o governo, a fim de estimular a migração dos sertanejos para a Amazônia realizou uma intensa propaganda. Esse contingente formou o “Exército da Borracha”, que trabalharam na  exploração do látex das seringueiras. Milhares de cearenses migraram para o Norte e acabaram morrendo no combate entre Estados Unidos e Aliados com os exércitos do Eixo, sem os seringais da Ásia para abastecê-los.

Fontes:
  • pt.wikipedia.org
  • www.ceara.gov.br
  • br.geocities.com
  • www.secult.ce.gov.br